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    quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

    Tempo dos resilientes

    Mais do que ser competente, eficiente e eficaz, antever os problemas e ser proativo, hoje o diferencial do profissional é ser resiliente. Veja a razão e aprenda como desenvolver esta característica na vida pessoal e profissional

    Quase sempre me pego entre os encantos e devaneios do mundo de hoje, porém, nem sempre chego a uma conclusão. Ainda assim, tenho a convicção da grande dificuldade que o ser humano contemporâneo tem em lidar com suas frustrações.

    segunda-feira, 22 de novembro de 2010

    Características de um líder: Saber elogiar as pessoas

     

    A dica de hoje foi dada por Richard Branson no portal Entrepreneur.com

    liderComo um bom líder você deve ser um ótimo ouvinte. Você precisa conhecer sua própria mente, porém não há motivo em impor sua opinião sobre a dos outros sem debate algum. Ninguém tem o monopólio das boas ideias e bons conselhos.

    Saia de sua bolha, ouça as pessoas, aprenda com elas. Como um líder você também deve ser extremamente bom em elogiar as pessoas. Nunca critique abertamente as pessoas, nunca perca a calma e sempre elogie seus colegas pelo trabalho bem feito.

    Pessoas florescem quando são elogiadas. Geralmente elas não precisam que alguém diga a elas o que fizeram de errado, pois na maioria das vezes elas já sabem disso. Se alguém não está produzindo automaticamente, não descarte essa pessoa da sua empresa logo de cara, primeiro procure algum outro trabalho que melhor encaixe no perfil dela. Na maioria dos casos, você vai encontrar algo único para cada tipo de personalidade.

    quarta-feira, 10 de novembro de 2010

    Vijay Govindarajan: o que será de sua empresa em 2030?

    Para falar sobre inovação, o palestrante traz para o segundo dia de evento da HSM ExpoManagement 2010 os modelos e fracassos de empresas que ainda possuem uma visão míope sobre o que é estratégia.

    terça-feira, 9 de novembro de 2010

    Laboratório Sabin - Boas práticas na gestão de pessoas

    Com foco no desenvolvimento dos colaboradores, o laboratório garante resultados em um mercado competitivo. Confira!
    Fundado em 1984 por duas bioquímicas, Janete Vaz e Sandra Costa, o Laboratório Sabin é referência em gestão de pessoas para o crescimento de uma companhia. A sócia-diretora executiva do laboratório, Janete Vaz, falou aos participantes do núcleo Brasil da HSM ExpoManagement 2010 sobre a importância da valorização dos colaboradores em uma empresa. Instalada fora do eixo Rio-SP, com 56 unidades no Distrito Federal (de um total de 62 no Brasil), a companhia já foi reconhecida várias vezes por seu processo de gestão de pessoas. Somente no ano passado, a bioquímica veio a São Paulo nove vezes para receber prêmios por este trabalho.

    sexta-feira, 22 de outubro de 2010

    Seleção por Atitudes Certas

    Hoje é cada vez maior a valorização das empresas por profissionais com Atitudes Corretas do que com Habilidades. Isso talvez deva-se ao fato de que a grande maioria das empresas acredita que é mais fácil ensinar conhecimentos do que atitudes.
    O que se vê é a escolha de profissionais para posições executivas sem necessariamente a totalidade dos conhecimentos e habilidades necessárias para a posição em questão, mas com todas as atitudes requeridas.

    Como motivar equipes é tão importante como ter equipes motivadas.


    Muito já se foi dito sobre a importância de manter equipe motivada, porem é muito importante também que essas ações possam agir de forma sistemática e planejada.
    Sempre é importante buscar ajuda junto a consultoria especializadas e com o tempo ir acumulando conhecimento e criatividade suficientes para liderar qualquer equipe, nos mais variados estados de motivação.

    Cinco sinais de declínio de uma Empresa

    Jim Collins, autor de best sellers sobre o desempenho das empresas de sucesso e palestrante da ExpoManagement 2010, agora parte para a teoria reversa: “Como as gigantes caem”. Confira aqui os cinco sinais de declínio corporativo apontados pelo autor.

    quinta-feira, 10 de junho de 2010

    Brasil é líder de emergentes em governança corporativa

    Toronto - Alguns dos principais investidores do mundo elegeram o Brasil com o país em desenvolvimento com a melhor governança corporativa. Governança corporativa é um conjunto de processos, políticas e leis que regulam a maneira como uma empresa é dirigida.
    O País recebeu 71% dos votos de uma platéia de cerca de 350 investidores reunidos ontem, em Toronto (Canadá), em um painel do encontro anual da Aliança Internacional de Governança Corporativa (ICGN, na sigla em inglês). O restante dos votos foram distribuídos entre China, com 15%, Índia, com 9%, e Coréia do Sul, com 5%.

    segunda-feira, 7 de junho de 2010

    Com tantas inovações nas empresas, ainda há espaço para mais?

    inovacao2-195x300 De alguns anos pra cá, a palavra inovação se tornou moda no mundo dos negócios e um diferencial competitivo entre as empresas. Hoje, vemos um bombardeio de inovações que as empresas anunciam, uma atrás da outra. No entanto, ainda há espaço para mais? Para a maioria das pessoas a inovação está associada somente a criação ou aperfeiçoamento dos produtos. Mas essa idéia também tem sido compartilhada pela maioria das empresas que a utilizam de forma limitada.
    Como sabemos, inovação é quando algo de novo, não necessariamente recém descoberto, chega ao mercado. Isso se pensarmos como produto, mas para ir além, precisaremos utilizar uma visão 360 graus. Para que realmente uma empresa proclame como inovadora, ela precisa possuir a cultura e o espírito da inovação, passando por um intenso processo de rompimento de barreiras que dificultam o fluxo de informações.
    Para isso, todos os colaboradores da empresa devem possuir essa característica e precisam ser motivados. Nos processos produtivos e administrativos a inovação também deve ser utilizada, a fim de trazer agilidade, menores custos e qualidade. Já no desenvolvimento e pesquisa de novos produtos é fundamental o investimento em ações que tenham como objetivo a otimização de produtos existentes e a produção de produtos inéditos. Posteriormente vem o processo de comercialização e depois a comunicação e relacionamento com o cliente. Em todos esses campos deve haver pessoas inovadoras praticando ações que foquem nos resultados.
    Para a maioria das empresas se tornou um desafio adaptar a inovação com as práticas de sustentabilidade, afinal, durante muitos anos as empresas só souberam utilizar os recursos naturais de maneira irresponsável. Diante das mudanças climáticas, legislação, concorrência e um novo posicionamento dos consumidores, as empresas se vêem obrigadas a investir na inovação “verde”. Uma tendência que se mostra em crescimento, mas com uma oferta ainda muito pequena e modesta.
    Outro ponto que merece atenção é a inovação na comunicação e relacionamento com o cliente. Um exemplo são as redes sociais, que a cada dia ganha mais adeptos. As pesquisas indicam que a maneira de se relacionar e comunicar com o consumidor mudou. O cliente assumiu a posição de ativo e deseja ter uma relação mais próxima e estreita com as organizações. Acompanhar essa tendência é inovar e se sustentar no mercado competitivo.
    No ranking publicado no mês de abril pela revista americana Bloomberg Business Week, coloca as 50 empresas que mais se destacaram no mundo pela inovação em 2009. As três primeiras são os gigantes da tecnologia, Apple, Google e Microsoft. A brasileira Petrobras aparece na 41º lugar. Muitas empresas não estão nessa lista, um exemplo é a Inbev, Whirlpool e Philips. Isso que dizer que para muitas delas ainda há muito espaço para a inovação.
    Vivemos em um mundo dinâmico, com muitas informações, tecnologias e mudanças acontecendo a um ritmo muito acelerado e constante, e devido a essa euforia, sempre vai haver espaço para mais inovações, sejam nos produtos e serviços, nos processos, e na comunicação e relacionamento com o cliente.
    *Confira a lista completa das empresas mais inovadoras (em inglês)http://bit.ly/cvQD1Q
    Por Zenilson Neves Filho

    Atenção ao comportamento na empresa durante os jogos da Copa!

    zakumi_mascot_personagem_copa2010 O futebol mexe com a emoção das pessoas, principalmente dos brasileiros. E quando quem está em campo é a seleção nacional, o sentimento é ainda maior. Assistindo aos jogos é comum que as pessoas gritem, xinguem o juiz, os jogadores do time adversário e, em alguns casos, até os jogadores do próprio time.
    Contudo, não é em qualquer lugar que se pode agir dessa forma. Durante a Copa do Mundo, muitas empresas irão permitir que seus funcionários assistam aos jogos do Brasil, e o empregado deve agir de acordo com o local de trabalho. Por isso, é preciso tomar cuidado.

    Além de não se exaltar aos assistir aos jogos, o funcionário também deve evitar ficar comentando a partida o resto do dia.
    O funcionário deve lembrar que seu comportamento é avaliado o tempo todo, mesmo em dias de jogos e comemorações. Uma atitude errada hoje poderá comprometer uma promoção amanhã.
    Finalmente, lembre-se de que aquele ambiente continua sendo de trabalho e que ocasionalmente foi aberta uma exceção para assistir aos jogos.
    Fonte: Administradores.com.br

    sexta-feira, 4 de junho de 2010

    Cria alguma coisa, presidente!

    Por Nelito Fernandes
    lider-01-300x300 Qual é o atributo mais desejável num líder nos próximos cinco anos? Um estudo feito pela IBM com 1500 executivos-chefes de empresas de 60 países mostrou que a criatividade vem em primeiro lugar.
    Para 60% dos entrevistados, a criatividade supera a integridade (52%) e até mesmo a dedicação (26%). De acordo com o levantamento, os dirigentes consideram que a capacidade de inventar soluções criativas é mais desejável na economia de hoje do que o perfil do “tocador de projetos”.
    Esse é um sinal de desenvolvimento: as empresas sentem que, com a concorrência acirrada, não basta fazer um pouco melhor que as outras empresas, é preciso fazer algo diferente, e para isso precisam de inovação.

    Nos Estados Unidos, porém, a integridade veio em primeiro lugar, com 65%. “É interessante que numa economia recém saída da maior crise da história a pesquisa não tenha caído em conceitos como administração, disciplina e controle de gastos”, disse Steven Tomasco, diretor de negócios globais da IBM.
    É compreensível que a integridade seja tão lembrada nos Estados Unidos, onde a crise levou a questionamentos profundos sobre o modo de fazer negócios. Isso já havia ocorrido na crise de 2001, com a descoberta da “contabilidade criativa”, e se repetiu agora, com a descoberta da venda de produtos financeiros pouco calcados na realidade.
    De qualquer forma, o surgimento da integridade com uma votação tão alta é antes um ponto negativo que positivo – e isso vale tanto para os Estados Unidos quanto para o Brasil. Esta é uma qualidade tão essencial que deveria ser universal. Não deveria fazer diferença na contratação.
    Outro sinal preocupante é o ainda alto índice de empresas querendo “influência”. Esse item tem a ver com um país que não se move tanto pela meritocracia, precisa de indicações e conhecimentos para fazer negócios.
    Finalmente, nota-se na pesquisa um bom índice de executivos-chefes que se preocupam com a sustentabilidade. Uma parte das respostas pode ser marketing, para parecer “verde”, mas a maioria deve vir da crescente consciência de que as empresas precisam sobreviver muito tempo. Para isso, precisam ser eficientes e ter pensamento de longo prazo (que é a essência de ser sustentável).
    A pesquisa:
    Qual é a qualidade mais importante de um líder para os próximos cinco anos?
    Criatividade – 60% (dos entrevistados)
    Integridade – 52%
    Pensamento global – 35%
    Influência – 30%
    Ser aberto – 28%
    Dedicação – 26%
    Foco na sustentabilidade – 26%
    Humildade – 12%
    Ser justo – 12%
    Fonte: Revista Época

    quarta-feira, 2 de junho de 2010

    Quando um profissional da geração Y é demitido

    Por Nano Berger
    demissao Assistindo ao programa Aprendiz Universitário, percebi que ele pode oferecer algumas análises críticas sobre o perfil empreendedor dos profissionais da geração Y e o que ocasiona suas demissões.
    Vamos aos fatos.
    Os acadêmicos participantes apresentaram dificuldades para trabalhar em grupo. Alguns esperavam que seus líderes fossem mais efetivos e acabavam demitidos por omissão, por perceberem os erros e não se manifestarem, tirando de si a responsabilidade de uma possível derrota. Outros eram mais questionadores, mas colocavam a opinião do líder em xeque diante dos membros do grupo, provocando um efeito negativo de “racha” no próprio time, o que geralmente provocava a demissão do líder.

    Os líderes apresentaram dificuldade em conduzir suas equipes quando não conseguiam promover uma reunião de trabalho eficaz na análise do briefing e planejamento para execução das tarefas. Também não tinham habilidade para atribuir responsabilidades específicas aos membros segundo a competência de cada um e acompanhar seus desempenhos e dificuldades para apoiá-los.
    Alguns participantes demonstraram grande dificuldade em lidar com a ansiedade, com a limitação de recursos e de tempo para a conclusão de cada tarefa e deixavam de usar o planejamento centrado pra dar o próximo passo ou mudar o rumo do projeto em caso de insucesso no desenvolvimento.
    Também ficou nítido que grande parte do grupo tem dificuldade em defender suas opiniões após as derrotas. Isso porque mesmo tendo perdido era necessário apresentar sua linha de raciocínio para justificar o que fez, demonstrando que nem sempre derrota é sinônimo de estratégia errada.
    Em complemento a isso, destaco que alguns membros ainda têm dificuldade para se expressar em público, apresentar projetos, proferir palestras e realizar vendas, o que reforça o problema de argumentação e persuasão.
    Mas uma das principais características que percebi foi o excesso de autoconfiança (ou teimosia) em cada tarefa. Quase nenhum membro, após definir uma estratégia, cogitou um plano B, não vislumbrava as possíveis adversidades que pudessem levar o grupo ao fracasso e quais seriam as providências a tomar nesses casos. Assim, mesmo percebendo que o caminho estava errado, permaneciam cegamente perseguindo o objetivo inicial traçado.
    É verdade que o programa Aprendiz em si é uma situação atípica da vida, onde os participantes são perseguidos todo o tempo pelas câmeras e têm sua individualidade, espontaneidade e privacidade invadidas, o que provoca uma distorção no comportamento das pessoas. Mas por outro lado, melhor do que num processo seletivo, onde uma dinâmica de grupo busca projetar o comportamento real das pessoas, o programa oferecia um fator motivador altamente relevante (o prêmio por provas vencidas e um final de um milhão de reais + o emprego).
    O fato é que os membros da geração y apresentaram grandes dificuldades ao trabalhar em grupo como líderes e como liderados, além de pouca iniciativa para solucionar problemas diante de adversidades e limitações.
    São situações importantes que as empresas precisam avaliar em seus processos seletivos, que os coachings precisam desenvolver em seus clientes e que os candidatos precisam desenvolver pessoalmente.
     

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